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  • Marcos Nicolini
  • Aug 15, 2022
  • 1 min read

No silêncio

Mais profunda ausência de palavra

Nenhum “eis-me aqui”

Nada!

Silêncio e escuridão

Noite sem luar,

As estrelas deixaram de brilhar

Ausência

Solidão: por que me abandonaste?

Deus, o dia se fez trevas

Abandono

Meu amigo íntimo voltou-se de costas

Como um desconhecido

Que comigo se vê face-a-face

Não me reconhece

Esquecimento fúnebre.

Neste exato não-tempo

Desespacializado

Onde pensar é loucura

Suspirar é apneia

Existir é alucinação

Neste absurdo

Absorto

Absorvido pelo inevidenciavel

Ouso calar-me

E saltar no abismo

Da fé

 
 
 

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